<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Festival Mês da Fotografia</title>
	<atom:link href="https://festivalmesdafotografia.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://festivalmesdafotografia.com.br/</link>
	<description>Convocatória da Exposição Coletiva de Fotografias</description>
	<lastBuildDate>Sat, 09 May 2026 11:26:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.2.9</generator>

<image>
	<url>https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Design-sem-nome-1-32x32.png</url>
	<title>Festival Mês da Fotografia</title>
	<link>https://festivalmesdafotografia.com.br/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Convocatória para Exposição Coletiva recebe inscrições até 30 de maio</title>
		<link>https://festivalmesdafotografia.com.br/convocatoria-inscricao-ate-30-de-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ambientedev]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 11:26:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2026]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://festivalmesdafotografia.com.br/?p=7925</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com patrocínio da Neoenergia e do Instituto Neoenergia, 11ª edição recebe inscrições gratuitas até 30 de maio em quatro categorias O Festival Mês da Fotografia está com inscrições abertas para a convocatória pública que irá selecionar trabalhos para sua Exposição Coletiva. Em sua 11ª edição, o evento — que acontece em agosto — reforça seu [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/convocatoria-inscricao-ate-30-de-maio/">Convocatória para Exposição Coletiva recebe inscrições até 30 de maio</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Com patrocínio da Neoenergia e do Instituto Neoenergia, 11ª edição recebe inscrições gratuitas até 30 de maio em quatro categorias</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Festival Mês da Fotografia está com inscrições abertas para a convocatória pública que irá selecionar trabalhos para sua Exposição Coletiva. Em sua 11ª edição, o evento — que acontece em agosto — reforça seu compromisso com a valorização da fotografia contemporânea e amplia seu alcance ao receber inscrições de fotógrafos e artistas visuais do Brasil e do exterior. A participação é gratuita e o prazo segue até o dia 30 de maio de 2026.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o tema </span><b>“Retratos de um Brasil Plural: Origem, Território e Diversidade”</b><span style="font-weight: 400;">, o festival propõe uma reflexão sobre as múltiplas identidades que compõem o país, incentivando trabalhos que revelem narrativas ainda pouco discutidas, que questionem desigualdades e apresentem novos olhares sobre o território brasileiro. A curadoria é assinada por Denise Camargo, artista visual e pesquisadora, que busca propostas com consistência estética e conceitual, além de abordagens inovadoras e críticas.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Categorias</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A convocatória contempla quatro categorias: </span><b>Ensaio</b><span style="font-weight: 400;">, voltada a séries fotográficas com narrativa estruturada; </span><b>Fotografia Individual</b><span style="font-weight: 400;">, para imagens únicas; </span><b>Jovens Fotógrafos</b><span style="font-weight: 400;">, destinada a participantes entre 16 e 25 anos; e </span><b>Fotografia Inclusiva</b><span style="font-weight: 400;">, exclusiva para pessoas com deficiência. Ao todo, serão selecionadas 60 obras para compor a exposição coletiva, uma das principais ações do festival desde 2012.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aberta a profissionais e amadores, a seleção aceita diferentes linguagens e estéticas dentro da fotografia documental, excetuando trabalhos produzidos com inteligência artificial. O processo seletivo será realizado em etapas, com avaliação baseada na coerência com o tema, qualidade técnica e estética, originalidade e diversidade de narrativas e territórios, garantindo também anonimato dos participantes nas fases iniciais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Festival Mês da Fotografia incentiva especialmente a participação de artistas de grupos historicamente sub-representados, como pessoas negras, indígenas, quilombolas, LGBTQIA+, mulheres, jovens e pessoas com deficiência, reforçando seu compromisso com a inclusão e a democratização do acesso à cultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os artistas selecionados terão suas obras exibidas durante o festival, ampliando sua visibilidade no cenário nacional e internacional. O resultado será divulgado até o dia 30 de junho de 2026, no site e nas redes sociais do evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Festival Mês da Fotografia 2026 conta com patrocínio da Neoenergia e do Instituto Neoenergia, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal, e é realizado pela Lente Cultural, com produção da Photo Agência e IDEIA Prática.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais informações e inscrições estão disponíveis no site oficial </span><a href="https://www.festivalmesdafotografia"><span style="font-weight: 400;">https://www.festivalmesdafotografia</span></a><span style="font-weight: 400;">  ou no instagram @festivalmesdafotografia.</span></p>
<p><b>Assessoria de Imprensa: </b></p>
<p><b>T</b><span style="font-weight: 400;">átika </span><b>C</b><span style="font-weight: 400;">omunicação e </span><b>P</b><span style="font-weight: 400;">rodução/ @tatikaturra</span></p>
<p><b>K</b><span style="font-weight: 400;">átia </span><b>T</b><span style="font-weight: 400;">urra (61) 992247294</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/convocatoria-inscricao-ate-30-de-maio/">Convocatória para Exposição Coletiva recebe inscrições até 30 de maio</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Festival Mês da Fotografia integra rede internacional da IPFA</title>
		<link>https://festivalmesdafotografia.com.br/festival-mes-da-fotografia-integra-rede-internacional-da-ipfa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor@]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 13:02:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://festivalmesdafotografia.com.br/?p=7772</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Festival Mês da Fotografia acaba de conquistar um importante marco em sua trajetória: passa a fazer parte da International Photography Festivals Association (IPFA), rede global que reúne alguns dos mais relevantes festivais de fotografia do mundo. A associação foi oficializada após a participação do festival na 1ª reunião da IPFA, realizada em Barcelona entre [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/festival-mes-da-fotografia-integra-rede-internacional-da-ipfa/">Festival Mês da Fotografia integra rede internacional da IPFA</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="64" data-end="131">O Festival Mês da Fotografia acaba de conquistar um importante marco em sua trajetória: passa a fazer parte da <strong data-start="244" data-end="302">International Photography Festivals Association (IPFA)</strong>, rede global que reúne alguns dos mais relevantes festivais de fotografia do mundo.</p>
<p data-start="390" data-end="754">A associação foi oficializada após a participação do festival na <strong data-start="455" data-end="477">1ª reunião da IPFA</strong>, realizada em Barcelona entre os dias <strong data-start="516" data-end="542">4 e 6 de julho de 2025</strong>. A presença da produtora executiva <strong data-start="578" data-end="593">Carol Peres</strong> e da curadora <strong data-start="608" data-end="626">Denise Camargo</strong> foi viabilizada pelo apoio do <strong data-start="657" data-end="685">Programa Conexão Cultura</strong>, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.</p>
<p data-start="756" data-end="1216">Com a nova afiliação, o evento passa a ter acesso a benefícios exclusivos, como a possibilidade de levar uma de suas exposições para o espaço <strong data-start="898" data-end="913">Sala Golfes</strong>, em Barcelona; divulgar suas atividades e chamadas abertas no site e redes sociais da IPFA; participar de conferências internacionais; integrar o <strong data-start="1060" data-end="1087">IPFA Artists Repository</strong>; e colaborar no <strong data-start="1104" data-end="1118">IPFA Prize</strong>, fortalecendo suas ações de fomento e difusão da fotografia por meio de parcerias estratégicas.</p>
<p data-start="1218" data-end="1493">A adesão reforça o compromisso do Festival Mês da Fotografia com a valorização da fotografia como linguagem artística e instrumento de transformação social, ampliando sua presença no cenário internacional e criando novas oportunidades para artistas brasileiros no exterior.</p>
<p><iframe title="IPFA Meeting Barcelona 2025 - Highlight!" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/auhMx8vIhqo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p data-start="1218" data-end="1493">
<p data-start="1709" data-end="1866">Mais informações sobre a IPFA estão disponíveis no site oficial: <a class="" href="https://www.photographyfestivalsassociation.com" target="_new" rel="noopener" data-start="1774" data-end="1864">www.photographyfestivalsassociation.com</a></p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/festival-mes-da-fotografia-integra-rede-internacional-da-ipfa/">Festival Mês da Fotografia integra rede internacional da IPFA</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exposição Sons da Terra</title>
		<link>https://festivalmesdafotografia.com.br/exposicao-sons-da-terra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor@]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 13:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://festivalmesdafotografia.com.br/?p=7758</guid>

					<description><![CDATA[<p>“Sons da Terra: Começo, Meio e Começo.” Em celebração aos 36  anos de carreira do foto documentarista Ogã Luiz Alves, sob curadoria de Luazi Luango. &#160; A Terra (Mini Bio do Ogã Luiz)  Sons da Terra: As Raízes do Samba no Chão dos Terreiros A exposição fotográfica &#8220;Sons da Terra: As raízes do Samba no [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/exposicao-sons-da-terra/">Exposição Sons da Terra</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>“Sons da Terra: Começo, Meio e Começo.”</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em celebração aos 36  anos de carreira do foto documentarista Ogã Luiz Alves, sob curadoria de Luazi Luango.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>A Terra (Mini Bio do Ogã Luiz) </b></p>
<h1><b>Sons da Terra: As Raízes do Samba no Chão dos Terreiros</b></h1>
<p>A exposição fotográfica &#8220;Sons da Terra: As raízes do Samba no Chão dos Terreiros&#8221; apresenta 50 fotografias do renomado fotodocumentarista Luiz Alves, um artista com mais de 36 anos de carreira dedicados ao fotojornalismo da cultura de terreiro do Distrito Federal e dos movimentos sociais antirracistas. Seu trabalho, exemplificado pela série &#8220;mo dudú&#8221; (sabedoria negra em iorubá), revela o cotidiano, os rituais e as celebrações dos terreiros de candomblé em Brasília, com a convicção de que a fotografia pode ser uma arma contra a intolerância racial, oferecendo um portal de conhecimento sobre as religiões de matriz africana e brasileira, muitas vezes incompreendidas e criticadas.</p>
<p>A exposição convida a um diálogo profundo sobre a herança africana no Brasil, tecendo pontes entre a cultura de terreiro, o samba e a resistência ancestral, sob a luz de pensadores cruciais para a compreensão da negritude e de suas manifestações culturais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Nêgo Bispo e a Cultura de Quilombo: Confluências de Resistência</b></p>
<p>As lentes de Luiz Alves capturam a essência da &#8220;confluência&#8221; (Nêgo Bispo), um conceito que ressoa com a interdependência dos indivíduos e da natureza, típico das comunidades tradicionais. Nêgo Bispo, um intelectual e ativista quilombola, ensina que a oralidade é a &#8220;base pulsante&#8221; da transmissão de saberes nos quilombos, um processo contínuo de &#8220;começo, meio e começo&#8221; entre gerações. Ao evidenciar a vida nos terreiros, as fotografias de Alves dialogam com essa filosofia da confluência, que busca alianças e reconhecimento entre os povos afro-pindorâmicos (africanos e indígenas) e outras comunidades marginalizadas pelo sistema capitalista, unindo quilombos, terreiros e aldeias na mesma força de resistência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Muniz Sodré: O Samba como Expressão do Corpo Negro e do Terreiro</b></p>
<p>A mostra explora as raízes do samba no &#8220;chão dos terreiros&#8221;, uma conexão profundamente analisada por Muniz Sodré em sua obra &#8220;Samba, o dono do corpo&#8221;. Sodré argumenta que o samba é uma &#8220;demonstração inequívoca de resistência&#8221; do corpo negro, que, apesar da violência e da repressão da escravatura, encontrou na síncopa rítmica e na dança uma forma de reafirmar a continuidade do universo cultural africano no Brasil. As fotografias de Luiz Alves trazem à tona a vitalidade dos terreiros, espaços onde, como pontua Sodré, as &#8220;tias baianas&#8221; (zeladoras de orixás) aglutinavam os primeiros grupos de samba, tornando as escolas de samba, hoje, verdadeiros &#8220;terreiros na avenida&#8221;, carregando a filosofia e o axé ancestral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Lélia Gonzales: Pan-Africanismo e o &#8220;Pretuguês&#8221; como Identidade e Resistência</b></p>
<p>No percurso da exposição, a dimensão pan-africanista se manifesta na pluralidade de expressões e na resiliência da cultura afro-brasileira, ecoando o pensamento de Lélia Gonzales. Lélia cunhou o termo &#8220;pretuguês&#8221; para sublinhar a influência fundamental das línguas africanas (como quimbundo e ambundo) no português falado no Brasil, reconhecendo-o como uma forma de resistência cultural e uma expressão autêntica da identidade brasileira. As imagens de Alves, ao registrar a riqueza da cultura de terreiro, celebram essa &#8220;fala cotidiana das pessoas simples&#8221;, que é intrinsecamente &#8220;pretuguesa&#8221; em seu acento, entonação e ritmo, consolidando a cultura de matriz africana como um pilar da identidade nacional e um contínuo ato de afirmação e existência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>&#8220;Sons da Terra&#8221; é, portanto, mais do que uma exposição fotográfica; é um convite à reflexão sobre a profunda interconexão entre as manifestações culturais de matriz africana, a luta antirracista e a construção de uma identidade brasileira multifacetada e resiliente.</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><b>Fontes de Informação:</b></h3>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Fotógrafo Luiz Alves:</b></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2010/08/19/interna_diversao_arte,208590/fotografo-luiz-alves-apresenta-imagens-clicadas-nos-terreiros-do-df.shtml"><b>Fotógrafo Luiz Alves apresenta imagens clicadas nos terreiros do DF &#8211; Correio Braziliense</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="http://onibode.blogspot.com/"><b>Onibodê (O Porteiro)</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Nêgo Bispo:</b></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://portalluneta.com.br/2024/01/30/nego-bispo-o-intelectual-e-ativista-politico-que-expandiu-os-conceitos-quilombolas/"><b>Nego Bispo: o intelectual e ativista político que expandiu os conceitos quilombolas &#8211; Portal Luneta</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://www.brasil247.com/blog/nego-bispo-deu-contribuicao-imensa-a-cultura-e-identidade-quilombola-no-brasil"><b>Nêgo Bispo deu contribuição imensa à cultura e identidade quilombola no Brasil | Brasil 247</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ggvVXXBG3SM"><b>Conheça a obra do pensador quilombola Nego Bispo &#8211; YouTube</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="http://www.letras.ufmg.br/literafro/resenhas/ensaio/1841-a-terra-da-a-terra-quer-antonio-bispo-dos-santos"><b>Antônio Bispo dos Santos &#8211; A terra dá, a terra quer &#8211; Literatura Afro-Brasileira &#8211; Letras UFMG</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://educacaoeterritorio.org.br/reportagens/nego-bispo-entenda-a-importancia-de-antonio-bispo-dos-santos/"><b>Nego Bispo (1959-2023): Entenda a importância de Antônio Bispo dos Santos em 4 pontos &#8211; Educação e Território</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Muniz Sodré:</b></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://bpb-us-e2.wpmucdn.com/sites.middlebury.edu/dist/c/2341/files/2008/09/Sodre.pdf"><b>Samba, o dono do corpo</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://revistas.usp.br/matrizes/article/view/223242/214788"><b>Muniz Sodré: o comum de uma escola disruptiva feita por mãos de axé | MATRIZes</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://revistaseletronicas.fiamfaam.br/index.php/recicofi/article/download/182/245/568"><b>SAMBA: PRODUTO CULTURAL E PATRIMÔNIO IMATERIAL</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://www.passeio.pt/wp-content/uploads/2021/04/Samba-o-Dono-do-Corpo.pdf"><b>Samba, dono do corpo | Passeio</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://www.congressoemfoco.com.br/coluna/10327/escolas-de-samba-ancestralidade-e-protestos"><b>Escolas de samba, ancestralidade e protestos &#8211; Congresso em Foco</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Lélia Gonzales:</b></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://www.em.com.br/app/noticia/diversidade/2022/02/01/noticia-diversidade,1341704/lelia-gonzalez-conheca-a-mineira-que-criou-o-termo-pretugues.shtml"><b>Lélia Gonzalez: conheça a mineira que criou o termo &#8216;pretuguês&#8217; &#8211; Estado de Minas</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://periodicos.unb.br/index.php/revistapos/article/view/54872"><b>A paciência revolucionária de Lélia Gonzalez, intelectual amefricana e intérprete do Brasil</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://www.blogs.unicamp.br/mulheresnafilosofia/lelia-gonzalez/"><b>Lélia Gonzalez – Mulheres na Filosofia &#8211; Blogs Unicamp</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://revistacult.uol.com.br/home/uma-intelectual-ameafricana/"><b>Lélia Gonzalez, uma intelectual ameafricana &#8211; Revista CULT</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://www.ancestralidades.org.br/noticias/O-legado-intelectual-e-politico-de-Lelia-Gonzalez-para-o-Brasil"><b>O legado intelectual e político de Lélia Gonzalez para o Brasil &#8211; ANCESTRALIDADES</b></a></li>
</ul>
<ul>
<li aria-level="2"><a href="https://catarinas.info/lelia-gonzalez-a-feminista-negra-da-amefrica-ladina/"><b>Lélia Gonzalez: a feminista negra da Améfrica Ladina &#8211; Portal Catarinas</b></a></li>
</ul>
<p><b></b></p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/exposicao-sons-da-terra/">Exposição Sons da Terra</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sob os pés do mundo: uma experiência sensorial em Brasília</title>
		<link>https://festivalmesdafotografia.com.br/sob-os-pes-do-mundo-uma-experiencia-sensorial-em-brasilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ambientedev]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 12:47:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://festivalmesdafotografia.com.br/?p=7908</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mostra que compõe o Festival Mês da Fotografia, no Museu Nacional de Brasília, transforma vivências urbanas de pessoas com deficiência visual em obras acessíveis, criadas a partir das texturas das calçadas e das sensações despertadas por percursos rotineiros  O Museu Nacional de Brasília recebe, a partir de 05 de agosto, a exposição Sob os Pés [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/sob-os-pes-do-mundo-uma-experiencia-sensorial-em-brasilia/">Sob os pés do mundo: uma experiência sensorial em Brasília</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Mostra que compõe o Festival Mês da Fotografia, no Museu Nacional de Brasília, transforma vivências urbanas de pessoas com deficiência visual em obras acessíveis, criadas a partir das texturas das calçadas e das sensações despertadas por percursos rotineiros </span></i></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-7740" src="https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Qual-era-mesmo-o-Plano-2025-90x60cm-Quadro-n-17.-jpg-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" srcset="https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Qual-era-mesmo-o-Plano-2025-90x60cm-Quadro-n-17.-jpg-300x203.jpg 300w, https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Qual-era-mesmo-o-Plano-2025-90x60cm-Quadro-n-17.-jpg-768x520.jpg 768w, https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Qual-era-mesmo-o-Plano-2025-90x60cm-Quadro-n-17.-jpg.jpg 868w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Museu Nacional de Brasília recebe, a partir de 05 de agosto, a exposição </span><b>Sob os Pés do Mundo, uma experiência sensorial em Brasília</b><span style="font-weight: 400;">, resultado do projeto artístico-sociocultural </span><b>Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Social</b><span style="font-weight: 400;">. Com a</span> <span style="font-weight: 400;">proposta de experimentar os caminhos da cidade e não, simplesmente, caminhar por eles, o corpo, o toque e a escuta foram usados na elaboração das obras de arte. A mostra apresenta 17 obras táteis criadas a partir das calçadas e espaços públicos do Distrito Federal, em diálogo com as trajetórias e memórias de pessoas cegas e com baixa visão. Em cartaz na Galeria 2 do Museu, a exposição faz parte do Festival Mês da Fotografia (FMF).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Idealizado pelo artista visual e sociólogo </span><b>Flavio Marzadro</b><span style="font-weight: 400;">, o projeto adotou técnicas como os decalques táteis em base siliconada, para transformar superfícies urbanas em obras sensoriais. O objetivo foi incluir pessoas com deficiência visual no universo das artes visuais, para provocar reflexões sobre acessibilidade, pertencimento e direito à cidade, além de compartilhar outras formas de “enxergar” com os demais públicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As obras nasceram de um processo artístico profundamente colaborativo, que uniu oficinas sensoriais e vivências urbanas em diferentes regiões do Distrito Federal. Conduzidos por </span><b>Flavio Marzadro</b><span style="font-weight: 400;"> e pela ceramista </span><b>Geusa Joseph</b><span style="font-weight: 400;">, os encontros propuseram o toque como linguagem e a memória como matéria-prima. Ao explorar superfícies como pedra portuguesa, azulejos e pisos táteis, os participantes compartilharam suas histórias, afetos e modos de perceber a cidade com o corpo inteiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As cinco oficinas foram realizadas em Brasília: quatro no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) e uma na Biblioteca Braille Dorina Nowill</span> <span style="font-weight: 400;">e reuniram turmas de 5 a 20 pessoas. Mais do que um espaço de formação, esses encontros funcionaram como um laboratório coletivo de escuta e criação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As vivências urbanas aconteceram na Asa Sul, Asa Norte, Planaltina e Sobradinho, com locações sugeridas por quatro participantes do projeto: </span><b>Gilfrank Pimentel</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Manoel de Jesus Vieira</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>Aparecida Machado</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>Sheila Guimarães</b><span style="font-weight: 400;">. Cada um compartilhou um de seus trajetos cotidianos, revelando os caminhos que percorrem e sentem, mesmo sem vê-los da forma comum à maioria das pessoas. Esses percursos foram registrados em áudio, vídeo e georreferenciamento, e deram origem a obras táteis únicas — moldes que contam histórias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os participantes residem no Distrito Federal e assinam, com suas escolhas, memórias, impressões e mãos, a autoria das obras. São coautores no sentido pleno — não apenas por inspirarem, mas por literalmente moldarem, ao lado do artista, as peças que deram arte a rumos. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>A MOSTRA</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A exposição reúne 17 quadros táteis de diferentes dimensões — entre eles, um painel de 130&#215;90 cm — que retratam os lugares percorridos e sentidos durante o projeto. Os trabalhos contam com títulos em Braille, letras ampliadas, audiodescrição e paisagens sonoras de 20 minutos, com os ruídos originais de cada local.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para estimular diferentes formas de percepção, dois dos quadros estarão disponíveis para o toque de todos os visitantes. A proposta é simples e profunda: olhar com as mãos, ou fechar os olhos e permitir-se experimentar o mundo de outra maneira. Assim, a visita se torna também um gesto de empatia e descoberta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência</span> <span style="font-weight: 400;">convida à escuta tátil, ao toque atento, ao reconhecimento da cidade por outros caminhos sensoriais e a admiração artística muito além do que os olhos podem ver. Uma forma poética e política de imaginar espaços mais inclusivos e partilhados.</span></p>
<p><b>SOBRE O PROJETO</b></p>
<p><b>Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Social </b><span style="font-weight: 400;">é o desdobramento mais recente da pesquisa artística e social do artista-pesquisador </span><b>Flavio Marzadro</b><span style="font-weight: 400;">, que há mais de uma década investiga as relações entre arte, cidade, corpo e inclusão. Combinando oficinas sensoriais, vivências urbanas, registros georreferenciados e técnicas inovadoras de decalque em silicone, o projeto propõe uma reflexão crítica sobre quem pode produzir arte e a partir de quais territórios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa nasceu em diálogo com pessoas cegas e de baixa visão do Distrito Federal, que atuam como coautoras das obras ao partilhar memórias e escolher os caminhos a serem moldados. Mais do que representar trajetos, a proposta transforma calçadas, afetos e gestos cotidianos em matéria artística — questionando as hierarquias estéticas que tradicionalmente excluem corpos, saberes e experiências da cena cultural dominante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto inaugura uma metodologia participativa e descentralizada, que enxerga o espaço urbano como suporte artístico e os sentidos como instrumentos legítimos de criação. A iniciativa também dialoga com experiências anteriores de Marzadro, como o projeto </span><b>Borboletando – Arte Inclusiva, Arte do Amor</b><span style="font-weight: 400;">, realizado em parceria com </span><b>Geusa Joseph</b><span style="font-weight: 400;">, que mobilizou centenas de participantes com deficiência na criação de uma escultura coletiva em cerâmica, exibida no Museu de Arte de Brasília.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e conta com o apoio institucional do Museu Nacional da República, do Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) e da Biblioteca Braille Dorina Nowill.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, a exposição que agora se apresenta é parte de um processo contínuo de pesquisa, escuta e convivência, no qual a arte deixa de ser objeto distante para tornar-se território vivido — uma prática pública, tátil e compartilhada.</span></p>
<p><b>SOBRE O FESTIVAL MÊS DA FOTOGRAFIA</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Festival Mês da Fotografia</b><span style="font-weight: 400;"> — agora oficialmente FMF — realiza uma edição especial em 2025. Com o tema “O que Vemos Quando Escutamos”, o evento reúne quatro exposições que atravessam os campos da inclusão, da ancestralidade e da criação poética. Além da mostra “Nada Sobre Nós Sem Nós!”, do projeto Vivências Inclusivas, idealizado por Juliana Peres, que oferece experiências acessíveis unindo arte, empoderamento e consciência ambiental, o FMF conta ainda com as mostras “Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília”, de Flavio Marzadro, trazendo a deficiência como potência estética e sensível, “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo”, do Ògan Assogbá Luiz Alves, e “Nego Fugido”, do fotógrafo franco-italiano Nicola Lo Calzo. Ambas mergulham nas tradições afro-brasileiras, reencenando memórias, gestos e territórios ancestrais. propondo novas formas de escuta e percepção visual.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Serviço: </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exposição: </span><b>Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília</b><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Data: de 05/08 a 07/09</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Horário de visitação: de terça a domingo, das 9h às 17h</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Local: Galeria 2 &#8211; Térreo do Museu da República </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entrada Franca</span></p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/sob-os-pes-do-mundo-uma-experiencia-sensorial-em-brasilia/">Sob os pés do mundo: uma experiência sensorial em Brasília</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exposição Sob os pés do mundo</title>
		<link>https://festivalmesdafotografia.com.br/exposicao-sob-os-pes-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor@]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 12:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://festivalmesdafotografia.com.br/?p=7755</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sob os pés do mundo: uma experiência sensorial em Brasília A exposição Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília, em cartaz a partir de 5 de agosto na Galeria 2 do Museu Nacional da República, integra a programação do Festival Mês da Fotografia 2025 e propõe uma imersão artística acessível a partir [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/exposicao-sob-os-pes-do-mundo/">Exposição Sob os pés do mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><b>Sob os pés do mundo: uma experiência sensorial em Brasília</b></h3>
<p>A exposição <em>Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília</em>, em cartaz a partir de 5 de agosto na Galeria 2 do Museu Nacional da República, integra a programação do Festival Mês da Fotografia 2025 e propõe uma imersão artística acessível a partir do olhar – ou melhor, do toque – de pessoas cegas e com baixa visão. A mostra apresenta 17 obras táteis desenvolvidas com técnicas inovadoras de decalque em silicone sobre superfícies urbanas do Distrito Federal, como calçadas e pisos táteis, revelando os caminhos cotidianos de seus autores de forma sensorial e poética.</p>
<p>Idealizada pelo artista visual e sociólogo Flavio Marzadro, a exposição é fruto do projeto <em>Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Social</em>, realizado com recursos do FAC-DF. O processo artístico foi profundamente colaborativo: envolveu oficinas sensoriais conduzidas por Marzadro e a ceramista Geusa Joseph no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) e na Biblioteca Braille Dorina Nowill, reunindo mais de 50 participantes em experiências de escuta, toque e memória.</p>
<p>Quatro pessoas com deficiência visual compartilharam seus trajetos urbanos pela Asa Sul, Asa Norte, Planaltina e Sobradinho, que foram documentados em áudio, vídeo e georreferenciamento. Esses percursos deram origem às obras da exposição, tornando seus autores verdadeiros coautores — participantes ativos do fazer artístico, moldando as peças com suas próprias mãos.</p>
<p>As obras são acompanhadas por títulos em Braille, letras ampliadas, audiodescrição e paisagens sonoras gravadas nos locais de origem. Parte dos quadros estará disponível para o toque livre dos visitantes, promovendo uma experiência sensorial que convida à empatia e à escuta tátil da cidade.</p>
<p>Além da exposição, a programação conta com ações especiais, como um vernissage acessível no dia 5 de agosto para os participantes do projeto, e a atividade “Troca-Troca”, em 9 de agosto, onde pessoas cegas guiarão visitantes videntes numa caminhada sensorial. Neste mesmo dia, também serão oferecidas oficinas na Sociedade Bíblica do Brasil, ampliando o acesso à criação artística inclusiva.</p>
<p>A exposição convida o público a repensar a arte e a cidade por outras vias sensoriais, propondo um gesto político de inclusão, escuta e convivência. Uma experiência em que o corpo é o principal instrumento de percepção e a cidade, um território artístico partilhado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SOBRE O FESTIVAL MÊS DA FOTOGRAFIA</strong><br />
O Festival Mês da Fotografia — agora oficialmente FMF — realiza uma edição especial em 2025. Com o tema “O que Vemos Quando Escutamos”, o evento reúne quatro exposições que atravessam os campos da inclusão, da ancestralidade e da criação poética. Além da mostra “Nada Sobre Nós Sem Nós!”, do projeto Vivências Inclusivas, idealizado por Juliana Peres, que oferece experiências acessíveis unindo arte, empoderamento e consciência ambiental, o FMF conta ainda com as mostras “Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília”, de Flavio Marzadro, trazendo a deficiência como potência estética e sensível, “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo”, do Ògan Assogbá Luiz Alves, e “Nego Fugido”, do fotógrafo franco-italiano Nicola Lo Calzo. Ambas mergulham nas tradições afro-brasileiras, reencenando memórias, gestos e territórios ancestrais. propondo novas formas de escuta e percepção visual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Exposição<br />
Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília<br />
Data: de 05/08 a 07/09<br />
Horário de visitação: de terça a domingo, das 9h às 17h<br />
Dinâmica Troca-Troca conduzida pelo grupo Teatro no Escuro (Olho no Lance)<br />
09/08<br />
Horário: das 14 às 16h<br />
Local: Galeria 2 &#8211; Térreo do Museu da República<br />
Entrada Franca</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/exposicao-sob-os-pes-do-mundo/">Exposição Sob os pés do mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exposição Nada Sobre Nós, Sem Nós</title>
		<link>https://festivalmesdafotografia.com.br/exposicao-nada-sobre-nos-sem-nos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor@]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 11:47:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://festivalmesdafotografia.com.br/?p=7752</guid>

					<description><![CDATA[<p>Exposição “Nada Sobre Nós, Sem Nós” destaca protagonismo de pessoas com deficiência no Festival Mês da Fotografia, no Museu da República &#160; De 5 de agosto a 7 de setembro de 2025, o Museu Nacional da República, em Brasília, recebe a exposição “Nada Sobre Nós, Sem Nós!”, como parte da programação do Festival Mês da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/exposicao-nada-sobre-nos-sem-nos/">Exposição Nada Sobre Nós, Sem Nós</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><b>Exposição “Nada Sobre Nós, Sem Nós” destaca protagonismo de pessoas com deficiência no Festival Mês da Fotografia, no Museu da República</b></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">De 5 de agosto a 7 de setembro de 2025, o Museu Nacional da República, em Brasília, recebe a exposição “Nada Sobre Nós, Sem Nós!”, como parte da programação do Festival Mês da Fotografia 2025. A mostra reúne cerca de 20 imagens feitas por alunos da APAE, CESAS (Centro de Educação de Jovens e Adultos da Asa Sul) e de Juliana Peres_ idealizadora da 3ª edição do projeto Vivências Inclusivas_, que tem como foco a inclusão de pessoas com deficiência por meio da linguagem visual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Influenciadora digital, ativista e orgulhosamente PCD, como ela mesma faz questão de se apresentar — Juliana acredita na força deste projeto, que oferece experiências acessíveis unindo arte, empoderamento e consciência ambiental. “O Vivências Inclusivas é a prova de que é possível incluir pessoas com deficiência nas atividades culturais, criando oportunidades reais e quebrando estigmas no mercado de trabalho”, afirma Juliana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este ano, o Vivências Inclusivas ganhou o selo comemorativo da COP 30, reforçando sua conexão com a agenda climática. As atividades incluíram oficinas na APAE Ceilândia e no CESAS (Centro de Educação de Jovens e Adultos da Asa Sul), além de uma saída fotográfica na Trilha da Capivara, no Parque Nacional de Brasília.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com curadoria pedagógica da fotógrafa e arte-educadora Isabella Gurgel, as oficinas utilizaram câmeras digitais e smartphones, sempre com atenção à acessibilidade e ao uso da Língua Brasileira de Sinais. “É gratificante ver como os alunos registram o essencial, com sensibilidade e potência visual”, destaca Isabella. Durante o período da mostra, será lançado um minidocumentário com depoimentos e bastidores do processo criativo dos participantes.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>SOBRE O FESTIVAL MÊS DA FOTOGRAFIA</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Festival Mês da Fotografia — agora oficialmente FMF — realiza uma edição especial em 2025. Com o tema “O que Vemos Quando Escutamos”, o evento reúne quatro exposições que atravessam os campos da inclusão, da ancestralidade e da criação poética. Além da mostra “Nada Sobre Nós Sem Nós!”, tem ainda “Sob os Pés do Mundo”, de Flavio Marzadro, trazendo a deficiência como potência estética e sensível, “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo”, do Ògan Assogbá Luiz Alves, e “Nego Fugido”, do fotógrafo franco-italiano Nicola Lo Calzo. Ambas mergulham nas tradições afro-brasileiras, reencenando memórias, gestos e territórios ancestrais. propondo novas formas de escuta e percepção visual.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>SERVIÇO</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Exposição “Nada Sobre Nós, Sem Nós!” no Festival Mês da Fotografia</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De 5 de agosto a 7 de setembro de 2025</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Galeria 2 – Térreo do Museu Nacional da República, Brasília – DF</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Visitação: Terça a Domingo, das 9h às 17h</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entrada gratuita</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Festival Mês da Fotografia 2025</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">www.festivalmesdafotografia.com.br | Instagram: @festivalmesdafotografia</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Projeto Vivências Inclusivas: www.vivenciasinclusivas.com.br | Instagram: @jujuinfluencerpcd</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assessoria de Imprensa – Tátika Comunicação</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Kátia Turra | @tatikaturra | (61) 99224-7294</span></p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/exposicao-nada-sobre-nos-sem-nos/">Exposição Nada Sobre Nós, Sem Nós</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Festival Mês da Fotografia ocupa o Museu Nacional da Republica</title>
		<link>https://festivalmesdafotografia.com.br/festival-mes-da-fotografia-ocupa-o-museu-nacional-da-republica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor@]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 11:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://festivalmesdafotografia.com.br/?p=7750</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que vemos quando escutamos: FMF 2025 ocupa o Museu Nacional com arte, inclusão e ancestralidade   O Festival Mês da Fotografia, um dos principais encontros dedicados à arte e a fotografia no Brasil, realiza entre os dias 5 de agosto e 7 de setembro de 2025 uma edição especial no Museu Nacional da República [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/festival-mes-da-fotografia-ocupa-o-museu-nacional-da-republica/">Festival Mês da Fotografia ocupa o Museu Nacional da Republica</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><strong>O que vemos quando escutamos: FMF 2025 ocupa o Museu Nacional com arte, inclusão e ancestralidade</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Festival Mês da Fotografia, um dos principais encontros dedicados à arte e a fotografia no Brasil, realiza entre os dias 5 de agosto e 7 de setembro de 2025 uma edição especial no Museu Nacional da República – Galeria II, em Brasília. A programação marca o lançamento da nova identidade visual do festival — agora oficialmente apresentado como FMF — e reafirma seu compromisso com a escuta, a diversidade e o acesso democrático à cultura visual contemporânea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o tema “O que Vemos Quando Escutamos”, esta edição convida o público a vivenciar quatro exposições que atravessam campos sensíveis da inclusão, da ancestralidade e da criação poética, a partir de olhares plurais e narrativas de pertencimento. Duas das mostras têm como eixo a inclusão: “Nada Sobre Nós Sem Nós!”, do projeto Vivências Inclusivas, e “Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília”, de Flavio Marzadro, apresentam obras que ressignificam o conceito de deficiência ao afirmar protagonismos estéticos e subjetivos, onde imagem, escuta e afeto caminham lado a lado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na mesma paisagem curatorial, o FMF acolhe a ancestralidade afro-brasileira como território de reinvenção e afirmação. As exposições “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo”, do Ògan Assogbá Luiz Alves e “Nego Fugido”, de Nicola Lo Calzo, mergulham em tradições culturais e espiritualidades negras com linguagem autoral e potência visual, criando imagens que não apenas registram, mas reencenam gestos, territórios e memórias coletivas. As obras provocam reconexões com origens e atualizam sentidos de pertencimento que atravessam gerações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com entrada gratuita e programação formativa ao longo de todo o mês — incluindo visitas mediadas — o FMF reafirma seu papel como espaço de convergência entre arte e vida. Em 2023, o festival reuniu mais de 1.000 artistas inscritos, exibiu 213 obras e recebeu milhares de visitantes, com forte repercussão na imprensa e nas redes sociais. Em 2025, a proposta se aprofunda: promover encontros entre arte e inclusão, entre território e afeto, entre imagem e transformação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Serviço</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Festival Mês da Fotografia – Edição Especial 2025</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><span style="font-weight: 400;"> Museu Nacional da República – Galeria II, Brasília/DF</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><span style="font-weight: 400;"> 5 de agosto a 7 de setembro de 2025</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><span style="font-weight: 400;"> Visitação de Terça a Domingo das 9h as 17h</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f39f.png" alt="🎟" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><span style="font-weight: 400;"> Entrada gratuita</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f310.png" alt="🌐" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><span style="font-weight: 400;"> www.festivalmesdafotografia.com.br</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4f8.png" alt="📸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><span style="font-weight: 400;"> Instagram: @festivalmesdafotografia</span></p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/festival-mes-da-fotografia-ocupa-o-museu-nacional-da-republica/">Festival Mês da Fotografia ocupa o Museu Nacional da Republica</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que vemos quando escutamos: FMF 2025 ocupa o Museu Nacional com arte, inclusão e ancestralidade</title>
		<link>https://festivalmesdafotografia.com.br/o-que-vemos-quando-escutamos-fmf-2025-ocupa-o-museu-nacional-com-arte-inclusao-e-ancestralidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ambientedev]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 12:42:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://festivalmesdafotografia.com.br/?p=7906</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Festival Mês da Fotografia, um dos principais encontros dedicados à arte e a fotografia no Brasil, realiza entre os dias 5 de agosto e 7 de setembro de 2025 uma edição especial no Museu Nacional da República – Galeria II, em Brasília. A programação marca o lançamento da nova identidade visual do festival — [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/o-que-vemos-quando-escutamos-fmf-2025-ocupa-o-museu-nacional-com-arte-inclusao-e-ancestralidade/">O que vemos quando escutamos: FMF 2025 ocupa o Museu Nacional com arte, inclusão e ancestralidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O Festival Mês da Fotografia, um dos principais encontros dedicados à arte e a fotografia no Brasil, realiza entre os dias 5 de agosto e 7 de setembro de 2025 uma edição especial no Museu Nacional da República – Galeria II, em Brasília. A programação marca o lançamento da nova identidade visual do festival — agora oficialmente apresentado como FMF — e reafirma seu compromisso com a escuta, a diversidade e o acesso democrático à cultura visual contemporânea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Com o tema <strong>“O que Vemos Quando Escutamos”</strong>, esta edição convida o público a vivenciar quatro exposições que atravessam campos sensíveis da inclusão, da ancestralidade e da criação poética, a partir de olhares plurais e narrativas de pertencimento. Duas das mostras têm como eixo a inclusão: <strong>“Nada Sobre Nós Sem Nós!”</strong>, do projeto <a href="http://www.vivenciasinclusivas.com.br">Vivências Inclusivas</a>, e <strong>“Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília”</strong>, de Flavio Marzadro, apresentam obras que ressignificam o conceito de deficiência ao afirmar protagonismos estéticos e subjetivos, onde imagem, escuta e afeto caminham lado a lado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Na mesma paisagem curatorial, o FMF acolhe a ancestralidade afro-brasileira como território de reinvenção e afirmação. As exposições <strong>“Sons da Terra: Começo, Meio e Começo”</strong>, do Ògan Assogbá Luiz Alves e <strong>“Nego Fugido”</strong>, de Nicola Lo Calzo, mergulham em tradições culturais e espiritualidades negras com linguagem autoral e potência visual, criando imagens que não apenas registram, mas reencenam gestos, territórios e memórias coletivas. As obras provocam reconexões com origens e atualizam sentidos de pertencimento que atravessam gerações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Com entrada gratuita e programação formativa ao longo de todo o mês — incluindo visitas mediadas — o FMF reafirma seu papel como espaço de convergência entre arte e vida. Em 2023, o festival reuniu mais de 1.000 artistas inscritos, exibiu 213 obras e recebeu milhares de visitantes, com forte repercussão na imprensa e nas redes sociais. Em 2025, a proposta se aprofunda: promover encontros entre arte e inclusão, entre território e afeto, entre imagem e transformação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Serviço<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Festival Mês da Fotografia – Edição Especial 2025</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><span style="font-weight: 400;"> Museu Nacional da República – Galeria II, Brasília/DF</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><span style="font-weight: 400;"> 5 de agosto a 7 de setembro de 2025</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><span style="font-weight: 400;"> Visitação de Terça a Domingo das 9h as 17h</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f39f.png" alt="🎟" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><span style="font-weight: 400;"> Entrada gratuita</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f310.png" alt="🌐" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><span style="font-weight: 400;"> www.festivalmesdafotografia.com.br</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/14.0.0/72x72/1f4f8.png" alt="📸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><span style="font-weight: 400;"> Instagram: @festivalmesdafotografia</span></p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/o-que-vemos-quando-escutamos-fmf-2025-ocupa-o-museu-nacional-com-arte-inclusao-e-ancestralidade/">O que vemos quando escutamos: FMF 2025 ocupa o Museu Nacional com arte, inclusão e ancestralidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Últimos dias para visitar as exposições do Festival Mês da Fotografia 2023!</title>
		<link>https://festivalmesdafotografia.com.br/ultimos-dias-para-visitar-as-exposicoes-do-festival-mes-da-fotografia-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 16:27:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://festivalmesdafotografia.com.br/?p=6672</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se você ainda não conferiu as exposições do Festival Mês da Fotografia, ainda dá tempo. Seis, das nove exposições que fizeram parte do evento, que movimentou o mês de agosto em Brasília, ainda estão abertas ao público até domingo (10). Cinco delas nas galerias térreo do Museu Nacional da República que esse ano foi o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/ultimos-dias-para-visitar-as-exposicoes-do-festival-mes-da-fotografia-2023/">Últimos dias para visitar as exposições do Festival Mês da Fotografia 2023!</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você ainda não conferiu as exposições do Festival Mês da Fotografia, ainda dá tempo. Seis, das nove exposições que fizeram parte do evento, que movimentou o mês de agosto em Brasília, ainda estão abertas ao público até domingo (10). Cinco delas nas galerias térreo do Museu Nacional da República que esse ano foi o coração do festival, com o Pavilhão da Fotografia Photo Experience + Lab, que durante cinco dias movimentou o espaço com workshops, palestras, <em>pocket shows</em> e galerias, promovendo uma interação cultural por meio da fotografia.</p>
<figure id="attachment_5998" aria-describedby="caption-attachment-5998" style="width: 1000px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5998" src="https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/07/vii-expo-coletiva-c.jpg" alt="" width="1000" height="667" srcset="https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/07/vii-expo-coletiva-c.jpg 1000w, https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/07/vii-expo-coletiva-c-300x200.jpg 300w, https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/07/vii-expo-coletiva-c-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-5998" class="wp-caption-text">Ensaio “Orla”, do fotógrafo Francisco de Souza, vencedor do Prêmio Aquisição do Museu Nacional da República.</figcaption></figure>
<p>Com o tema “Reencontros e suas Possibilidades”, a VIII Exposição Coletiva, que conta com 84 fotos, foi resultado das mais de mil inscrições de fotógrafos amadores e profissionais do Brasil e do exterior.  Cliques que retratam a pós-pandemia e que tem como marca a diversidade e a democracia e que podem ser conferidos na galeria I do Museu, onde também está a exposição Mosaico FotoDesejo de autoria das fotógrafas Eliária Andrade, Evelyn Ruman, Luludi Melo, Márcia Zoet, Mônica Zarattini e Silvia Zamboni.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6091" src="https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53094328013_0e208987f3_o.jpg" alt="" width="900" height="600" srcset="https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53094328013_0e208987f3_o.jpg 900w, https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53094328013_0e208987f3_o-300x200.jpg 300w, https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53094328013_0e208987f3_o-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>Também no térreo, na galeria II, no corredor de acesso estão a mostra “Afro Futuro” com 12 cliques de fotógrafos que fizeram registros dos territórios periféricos onde vivem, a “1s Brazilian International Photography Circuit”, que apresenta uma edição especial para o Festival com 20 fotografias contempladas com as medalhas “<em>gold</em>” de cada salão, através da coalizão de cinco fotoclubes, reconhecidos pelas principais federações de fotografia e “Chão de Flores”. Essa última faz uma reflexão sore o valor histórico e significativo do Mercado Sul a partir de olhares de quem vivencia essa abundância cultural.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6059" src="https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/MESFOTO23_026_ByGilbertoEvangelista.jpg" alt="" width="850" height="567" srcset="https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/MESFOTO23_026_ByGilbertoEvangelista.jpg 850w, https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/MESFOTO23_026_ByGilbertoEvangelista-300x200.jpg 300w, https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/MESFOTO23_026_ByGilbertoEvangelista-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 850px) 100vw, 850px" /></p>
<p>Por último tem a exposição “Olho de Rio”, que está montada na Galeria Mezanino, no Espaço Cultural Renato Russo. Realizada pelos alunos que participaram das Oficinas Livres de Fotografia, com coordenação do fotógrafo e arte-educador Lucas Viana, os registros fotográficos foram utilizados como vetor de pertencimento e uma forma de expressão que está ao alcance de todos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/ultimos-dias-para-visitar-as-exposicoes-do-festival-mes-da-fotografia-2023/">Últimos dias para visitar as exposições do Festival Mês da Fotografia 2023!</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiba mais sobre o projeto Vivências Inclusivas e a exposição: Nada Sobre Nós, Sem Nós!</title>
		<link>https://festivalmesdafotografia.com.br/saiba-mais-sobre-o-projeto-vivencias-inclusivas-e-a-exposicao-nada-sobre-nos-sem-nos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2023 14:46:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://festivalmesdafotografia.com.br/?p=6591</guid>

					<description><![CDATA[<p>A exposição intitulada &#8220;Nada Sobre Nós, Sem Nós!&#8221; apresentada no primeiro dia do Pavilhão Espaço da Fotografia, ilustra a relevância da fotografia na expressão e comunicação de pessoas com deficiência. Na sua décima edição, mais uma vez o Festival Mês da Fotografia estabeleceu uma parceria com o projeto Vivências Inclusivas, cujo propósito é empregar a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/saiba-mais-sobre-o-projeto-vivencias-inclusivas-e-a-exposicao-nada-sobre-nos-sem-nos/">Saiba mais sobre o projeto Vivências Inclusivas e a exposição: Nada Sobre Nós, Sem Nós!</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A exposição intitulada &#8220;Nada Sobre Nós, Sem Nós!&#8221; apresentada no primeiro dia do Pavilhão Espaço da Fotografia, ilustra a relevância da fotografia na expressão e comunicação de pessoas com deficiência.</p>
<p>Na sua décima edição, mais uma vez o Festival Mês da Fotografia estabeleceu uma parceria com o projeto Vivências Inclusivas, cujo propósito é empregar a arte como meio de comunicação para pessoas com deficiência. Essa colaboração ganha destaque e relevância para o Festival, uma vez que fortalece sua missão de promover a equidade social e ampliar o reconhecimento e visibilidade desses artistas. Como resultado desse esforço conjunto, o projeto Vivências Inclusivas trouxe ao festival a iniciativa intitulada &#8220;Nada Sobre Nós, Sem Nós!&#8221;, delineando assim, o caráter inclusivo e empoderador dessa colaboração.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6592" src="https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53121475059_557e7a0dcd_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53121475059_557e7a0dcd_c.jpg 799w, https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53121475059_557e7a0dcd_c-300x200.jpg 300w, https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53121475059_557e7a0dcd_c-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p>Para o projeto Vivências Inclusivas, é  fundamental que a arte, em especial a fotografia, possa atuar como um canal de comunicação, transcendendo barreiras e possibilitando que cada voz seja ouvida, independentemente de suas limitações. A exposição realizada no Festival tem como alvo a criação de oportunidades, oferecendo aos participantes a chance de explorar a linguagem fotográfica, aprimorar suas habilidades de leitura visual e, assim, satisfazer a necessidade intrínseca de todo ser humano, compreender e ser compreendido.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6593" src="https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53121680870_4628ed99de_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53121680870_4628ed99de_c.jpg 799w, https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53121680870_4628ed99de_c-300x200.jpg 300w, https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53121680870_4628ed99de_c-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p>Juliana Peres, uma figura essencial nesse projeto, compartilha seu entusiasmo pela abordagem única do trabalho realizado. Como colaboradora e participante, Juliana destaca o objetivo do projeto &#8220;Vivências Inclusivas&#8221; em convidar pessoas com deficiência a se envolverem no mundo da fotografia. Através de passeios, trilhas e explorações ao ar livre, a iniciativa busca estimular a criatividade, permitindo que os participantes capturem momentos com base em sua própria sensibilidade. Ao observar as reações de quem aprecia as suas fotos, Juliana expressa a sua satisfação e entende que o seu objetivo foi alcançado ao ver o impacto transformador que a fotografia trouxe às vidas daqueles que, como ela, descobriram uma nova paixão.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6594" src="https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53121474069_e8d70f7719_c.jpg" alt="" width="799" height="533" srcset="https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53121474069_e8d70f7719_c.jpg 799w, https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53121474069_e8d70f7719_c-300x200.jpg 300w, https://festivalmesdafotografia.com.br/wp-content/uploads/2023/08/53121474069_e8d70f7719_c-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /></p>
<p>Ela ressalta como a arte de fotografar oferece uma via de expressão, um modo de comunicação e uma maneira de autoafirmação. Através das lentes das câmeras, esses indivíduos encontraram uma linguagem na qual podem ser fluentes, compartilhando perspectivas únicas do mundo que os cerca. Juliana também enfatiza a emoção que sente ao receber os agradecimentos das famílias dos participantes do projeto, uma confirmação do impacto que a arte da fotografia pode ter na vida das pessoas.</p>
<p>Participar do Festival é um momento de celebração e conexão para Juliana e para todos os fotógrafos envolvidos no projeto &#8220;Vivências Inclusivas&#8221;. Além de expandir suas redes, eles compartilham suas vozes e visões, ampliando a compreensão e a apreciação pela diversidade de talentos. Dessa forma, o Festival não apenas divulga o trabalho dos artistas, mas também desempenha um papel crucial em redefinir percepções e quebrar barreiras.</p>
<p><strong>Confira mais fotos dessa matéria no <a href="https://www.flickr.com/photos/photoagencia/albums/72177720310531581/with/53121680870/">Flickr</a> do Festival.</strong></p>
<p>O post <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br/saiba-mais-sobre-o-projeto-vivencias-inclusivas-e-a-exposicao-nada-sobre-nos-sem-nos/">Saiba mais sobre o projeto Vivências Inclusivas e a exposição: Nada Sobre Nós, Sem Nós!</a> apareceu primeiro em <a href="https://festivalmesdafotografia.com.br">Festival Mês da Fotografia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
